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Gold plating (gerenciamento de projetos).

Má prática em gerenciamento de projetos

No gerenciamento de projetos e no gerenciamento do tempo, o gold plating é o fenômeno de trabalhar em um projeto ou tarefa para além do ponto de retornos decrescentes.

Por exemplo, depois de ter atendido aos requisitos de um projeto, o gerente ou o desenvolvedor passa a aprimorar ainda mais o produto, pensando que o cliente ficará encantado em ver funcionalidades adicionais ou mais polidas, além do que foi pedido ou esperado. Se o cliente ficar decepcionado com os resultados, o esforço extra investido pode ter sido em vão.

O gold plating é considerado uma má prática de gerenciamento de projetos por diferentes boas práticas e metodologias de gerenciamento de projetos, como o Project Management Body of Knowledge (PMBOK) e o PRINCE2. Nesse caso, 'gold plating' significa a adição de qualquer funcionalidade não considerada no plano de escopo original (PMBOK) ou na descrição do produto (PRINCE2) em qualquer ponto do projeto. Isso porque introduz uma nova fonte de riscos ao planejamento original, como testes adicionais, documentação, custos ou prazos. No entanto, evitar o gold plating não impede que novas funcionalidades sejam adicionadas ao projeto; elas podem ser adicionadas a qualquer momento, desde que sigam o procedimento oficial de mudança e que o impacto da mudança em todas as áreas do projeto seja levado em consideração.

Efeitos do gold plating

Mesmo os melhores resultados do gold plating podem levar a consequências negativas para um gerente de projeto ou para o projeto como um todo. No melhor cenário, o cliente aceita a entrega do projeto com o trabalho fora do escopo, e as expectativas do cliente em projetos futuros podem ser elevadas para sempre a níveis irreais. No pior cenário, o cliente pode rejeitar a entrega do projeto por completo e anular o contrato.